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domingo, 14 de outubro de 2012

Uma faísca




Neste recanto manso
Minha alma dorme
Um fonte a se acalmar na lagoa
Rio a desaguar no mar.
Neste sereno, solto,
Da madrugada, sonho
Neste seio, mãe Terra
Vaga infinita claridade acesa
Que se cumpra a missão das tempestades
Dos vulcões que se precipitam
Que explodam os canhões
As bombas e dinamites a derramar sangue
E que tudo perece por um instante
A morte tardia ou breve da jovem
A fome e o deserto calando com noite
Pois a chama da vela ainda que, apenas, faísca
Há de eternizar a vida de quem ama!
 [

 Luana Barcelos Dantas

9 comentários:

  1. Mais um lindo poema, amiga. Por mais que seja difícil essa vida, por mais pequena que seja essa faísca, o amor irá eternizar algo bom nos corações daqueles que sofrem. Beijinhos e uma ótima semana.

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  2. Que a alma siga a ser morada dos detalhes.

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  3. Olá, parabéns pelo blog!
    Se você puder visite este blog:
    http://morgannascimento.blogspot.com.br/
    Obrigado pela atenção

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  4. Obrigada pela sua doce visita. Uma ótima sexta. Beijos.

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  5. Enquanto a chama da vela se mantiver, essa faísca permanecerá por ligação entre o Céu e a Terra.



    Beijos


    SOL

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  6. Obrigada pela sua doce visita, amiga. Uma ótima semana. Beijinhos.

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  7. oi. estive aqui. interessante e bonito. apareça por la. abraços.

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  8. Passando para agradecer a sua visita, amiga. Beijinhos e um ótimo fim de semana.

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  9. Uma ótima semana, amiga. Beijinhos.

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